pois quase sempre dão errado. Lembro por exemplo da lei do bafômetro, que não funciona, além de privilegiar quem consome drogas e passa ileso pelo teste, e prejudicar quem tomou uma taça de vinho no almoço, podendo inclusive o levar a prisão.Neste caso estou falando de um político que decidiu colocar em votação uma lei que proibe o cidadão de usar a água de sua torneira com finalidade que não seja consumo próprio. Segundo ele, estaremos proibidos de lavar nosso carro, regar nossa grama ou plantas, de lavar a calçada ou sei lá, de tomar banho de mangueira talvez. Quando li a respeito, soube que existem outros projetos, do tipo que para ter seu projeto para construção de casa aprovado, será necessário ter aquecimento solar, clarabóias para diminuir a necessidade de lâmpadas, etc...
Nessa linha de raciocínio, fiquei pensando que como um político pode pensar em proibir um cidadão que paga o seu imposto de usar um bem que não é gratuito? Digo isso pois a água que sai das minhas torneiras, embora não tenha condição de ser consumida (e tenho que comprar água mineral para beber e cozinhar), é paga!!! Logo, se a prefeitura não me disponibiliza outro tipo de água, para regar plantas, para lavar o pátio (se vc tem cachorro sabe do que eu estou falando), lavar o seu carro, de que maneira podem pensar em proibir?
Alguém pode pensar, ora, comece a coletar água da chuva... Instale calhas, compre uma caixa
d'agua auxiliar, compre, compre, compre. Parece o Bottini do shoptime... heheheJá escrevi em outro post, que NÃO VOU PAGAR PARA SER ECOLÓGICO. Não vou comprar sacola ecológica enquanto a de plástico é GRÁTIS e NÃO É PROIBIDO!! Claro que podemos ser conscientes, desde que em todas as camadas. Na política e na cidadania. Não acho justo por exemplo, eu pagar pela água e não poder usar, enquanto em um acampamento do MST, ou em assentamentos de famílias as prefeituras enviam caminhões pipa, de GRAÇA e para ser usado da maneira como acharem melhor.
Enquanto isso, diversas empresas jogam toneladas de lixo ou resíduos químicos nos nossos rios, e nada acontece...
E depois eu que sou saraiva.









